IMÓVEL no BLOG - Camilla Miyuki

Blog destinado às pessoas que procuram imóveis na região de São Paulo, ABC e Litoral. Posso vender todos os empreendimentos destas regiões, garanta o melhor atendimento e condições comigo!! Não perca seu tempro procurando, pode deixar que eu irei encontrar seu imóvel Entre em contato comigo e garanta o melhor atendimento e condições da região. Fone: 96332-3491

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Dez cuidados antes de comprar um imóvel na planta

Vendo imóveis na planta, mas não vendo "qualquer projetinho", quero ver meu cliente feliz e satisfeito durante as obras e quando entrar no novo apê! Se posso vender todos os empreendimentos que existem hoje, pra que vender um que sei que vai dar dor de cabeça pro meu cliente??

Achei esta reportagem bem interessante para quem tá pensando em comprar imóveis na planta. Vale a pena dar uma lidinha!!

Especialistas ensinam os passos para se prevenir contra os erros mais comuns
Apesar da valorização certa, a aquisição de imóveis na planta envolve riscos

Adquirir um imóvel na planta é um negócio repleto de vantagens para quem tem condições de esperar pela finalização da obra. As prestações são reajustadas segundo a variação do Índice Nacional de Construção Civil (INCC), mas comprar um imóvel ainda em construção pode significar uma economia de 20% a 30% do valor dos imóveis prontos. Em certos casos, a valorização do imóvel com a entrega das chaves chega a até 50%. Além disso, os apartamentos comprados na planta geralmente têm taxas condominiais menores.
No entanto, os riscos deste tipo de transação muito se assemelham com o de marcar um encontro com alguém que você conheceu pela internet. Não faltam casos de fraudes, atrasos na obra e promessas não cumpridas, além de deficiências sérias no produto final, como rachaduras e até desníveis nos andares. Porém, é possível tomar algumas precauções para fugir deste mau agouro. A seguir, três especialistas de diferentes setores ensinam os principais cuidados que todo comprador deve tomar antes, durante e depois do processo de compra de um imóvel na planta.

1 - Defina seus critérios
 Pergunte-se: o que eu quero? Qual a metragem? Qual a finalidade da compra (moradia ou investimento)? Quanto posso pagar?

2 - Bisbilhote o passado da construtora
Não dá para chegar em conclusões concretas levando em consideração apenas no que o corretor imobiliário diz, principalmente nos casos em que estes só podem vender empreendimentos daquela construtora. É interessante levantar o histórico da incorporadora e se possível até visitar empreendimentos já entregues.

3 - Atenção aos documentos
Para não cair em golpes, fique atento Memorial de Incorporação. Se o corretor disser que a construção ainda não possui, então nem continue a conversa. "É crime levantar um empreendimento sem estes documentos", diz Crestana, do Secovi. Obs: enquanto o empreendimento ainda não possui o Registro de Incorporação, nenhum contrato poderá ser assinado, e o cliente não tem que deixar cheque para garantir a reserva.

4 - Visite a obra pessoalmente
Não visitar o local de construção da obra é um dos piores erros de quem está negociando um imóvel na planta. É importante levantar informações como infraestrutura urbana, os serviços de água e esgoto e até a presença de feiras ou festas na rua é essencial.

5 - Não subestime a maquete
A maquete não é simplesmente ilustrativa. Pergunte ao corretor e atente-se aos detalhes. Os apartamentos da face sul tem menor insolação, nos da face norte sempre bate mais sol. Verifique também para onde dá a vista de cada imóvel - esse tipo de questionamento pode influenciar o preço do apartamento e, no futuro, sua valorização.

6 - Tudo pode ser usado no tribunal
A prevenção é sempre uma ótima aliada para quem está adquirindo um imóvel na planta. Os especialistas recomendam que o comprador guarde todos os papeis ou registros escritos que lhe forem entregues por funcionários da administradora.

7 - Torne oficial
Ao fechar o compromisso de compra e venda do imóvel, muitas pessoas se esquecem de registrar o documento. No entanto, pelas leis brasileiras, a propriedade só é transferida após o registro da escritura no cartório de registro de imóveis.

8 - Consulte o tabelião
Neste processo, outra dica é firmar o contrato sempre com a assessoria jurídica de um tabelião. Boa parte das construtoras de imóveis tem parceria com advogados que fazem este serviço.

9 - Fique de olho na política de juros
Um abuso comum neste tipo de transação são os chamados juros no pé. Até a entrega das chaves, o comprador tem a garantia de que não precisará pagar juros. No entanto, assim que o imóvel fica pronto, a incorporadora passa a cobrar juros sobre todo o período financiado.

10 - Seja beneficiário do seguro
Fique atento aos contratos firmados com as companhias de seguro. Este tipo de acordo serve de garantia tanto para os casos de inadimplência do comprador quanto para irregularidades da administradora.

Informações e Vendas: Camilla Miyuki da Re/Max | Cel: 11 7884-7424 | E-mail:  imovelnoblog@gmail.com


domingo, 17 de abril de 2011

Imóveis brasileiros rendem o dobro da média mundial


Em 2010, o aluguel de escritórios deu um retorno equivalente a 11% do valor da propriedade em São Paulo e a 10,5% no Rio - contra apenas 5,5% no resto do planeta
Eco Berrini (o maior, ao centro): um dos prédios mais rentáveis de São Paulo
Fonte: Exam.com - 08/04/2011
São Paulo - A renda gerada pelo aluguel de imóveis comerciais no Brasil foi a décima maior do mundo em 2010. Segundo uma pesquisa da consultoria imobiliária Colliers, que leva em consideração 130 cidades em 50 países mundo, a taxa de retorno de escritórios representou em média 11% do valor da propriedade em São Paulo e 10,5% no Rio de Janeiro. Os percentuais são equivalentes ao dobro da média mundial (5,5%) e superam os valores obtidos nos principais centros mundiais, como Nova York (6%), Londres (5,75%), Milão (5,5%), Paris (5,1%) e Tóquio (4,6%).
Os imóveis industriais, como galpões, centros de distribuição e unidades fabris, são ainda mais rentáveis. O aluguel representou 12,5% do valor do empreendimento no Rio de Janeiro e 11,5% em São Paulo. Ambos os valores também são bem superiores aos das maiores metrópoles mundiais.
O investidor que fugiu dos ativos financeiros e concentrou seus recursos no mercado imobiliário nos últimos anos não tem do que se queixar. Desde 2007, o retorno médio obtido com imóveis comerciais foi bem superior ao CDI (considerado o retorno médio de investimentos de renda fixa) e ao Ibovespa (principal índice de ações da bolsa paulista).
É importante lembrar que a vantagem dos imóveis foi obtida mesmo sem levar em consideração o ganho que pôde ser embolsado pelo investidor com a compra e venda de imóveis em um momento de forte valorização. A taxa de retorno só inclui a renda gerada pelo imóvel a partir dos aluguéis e eventualmente outros serviços prestados dentro do empreendimento.

Fonte: Exame.com - 08/04/2011
Informações: CAMILLA MIYUKI da REMAX | Cel: 7884-7424 | camilla@ikena.com.br

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Não há bolha no mercado imobiliário, diz especialista


Executivo com passagem pela Cyrela e Tishman-Speyer, Daniel Citron afirma que o setor está apenas no início de um longo ciclo de expansão


O mercado imobiliário ainda está no início de um novo ciclo de expansão e ainda não há sinais de que uma bolha esteja em formação. A opinião é do consultor Daniel Citron, que já foi diretor financeiro da Cyrela e presidente da Tishman-Speyer no Brasil. Em entrevista à gestora de recursos Rio Bravo (clique aqui e ouça a íntegra), Citron diz que o desequilíbrio de oferta e demanda explica os altos preços dos aluguéis de imóveis comerciais nas principais metrópoles brasileiras e diz que as incorporadoras terão de aprender a lidar com as pressões de custos na construção. Abaixo os principais trechos da entrevista:

O Brasil está em uma bolha imobiliária? E se não está, como é que a gente vai saber quando chegar lá? Não acho que é uma bolha. Estamos no início de um longo ciclo de expansão. O jeito de se ver uma bolha normalmente tem muito a ver com alavancagem, coisa que ainda não temos no Brasil. Estamos em uma época em que os negócios imobiliários são feitos com baixo índice de alavancagem. No mercado residencial, a gente já vê um pouquinho de financiamento a longo prazo. É isso que está levando a essa explosão de demanda e, por conseguinte, de preços. Mas não acho que isso seja bolha.

Você foi diretor financeiro da Cyrela nos anos 90 e presidente da Tishman no Brasil até recentemente. Como você vê o progresso do mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos? No Brasil, tudo demora a acontecer. Mas quando acontece, é mais rápido que na maioria dos lugares. A capacidade do empresário ou executivo brasileiro de se adaptar a situações novas é surpreendente. Eu acho que no mercado imobiliário, não é diferente. Há 10 ou 12 anos, tínhamos um mercado totalmente feito de empresas familiares, financiadas pelos mecanismos tradicionais e alguns fundos de pensão. Eram empresas pequenas, relativamente amadoras, sem nenhuma governança. De repente, o que a gente viu foi uma mudança brutal de paradigmas. Há vinte empresas de capital aberto, uma porção de fundos investindo aqui, negócios estruturados e fusões. Ainda não há os mecanismos financeiros que são vistos lá fora. Mas o fato é que, levando em consideração a velocidade com que isso aconteceu, até que as empresas se adaptaram bem. Faltam executivos, engenheiros, mestre de obras, equipamentos para obra... Mas é porque a velocidade dessa virada foi muito rápida.

Vamos falar dos dois maiores mercados do Brasil. Você acredita que Rio e São Paulo ainda têm potencial de crescimento no valor dos aluguéis comerciais? E os imóveis comerciais? Já temos áreas de escritórios em São Paulo e no Rio que estão sendo alugados por valores mais altos que na Park Avenue [em Manhattan], o que é uma coisa completamente louca. O preço está alto? Está. É sustentável? Se a gente imaginar que o que sustenta preço é sempre oferta e demanda, sim. Porque não tem oferta. A taxa de vacância em São Paulo e no Rio é a mais baixa da história. Enquanto isso não se resolver, os preços vão continuar altos e, eventualmente, até subindo. Quanto tempo isso vai durar? Se a gente tivesse fábrica de imóvel, que a gente pudesse ligar um botão e fazer jornada dupla fabricando imóvel, duraria pouco tempo. Mas para fabricar imóvel, demora três, quatro ou cinco anos. Então, eu acho que a gente ainda tem um tempinho pela frente de mercado em alta.

Como você compara o desempenho do mercado imobiliário de Rio e São Paulo e com as demais capitais do Brasil? Fora desse eixo, está acontecendo muita coisa. Existe uma grande atividade, principalmente nos setores residenciais. Mas obviamente são lugares que estão em outro patamar de desenvolvimento em todos os sentidos. Brasília, por exemplo, é um mercado que está indo muito bem, assim como algumas cidades do Nordeste. No Brasil inteiro temos esse fenômeno da classe média emergente, que é a base de tudo. No setor comercial especificamente, ainda não temos um número suficiente de empresas grandes nesses outros lugares que justifique que aconteça algo parecido com o que se vê em São Paulo.

Na semana passada, a Cyrela reduziu a estimativa de lançamentos de imóveis. O que o Elie Horn [dono da empresa] está vendo na posição privilegiada dele na indústria? Concomitantemente com o aumento dos preços dos imóveis, houve um enorme aumento no custo de construção. Quando é feito o orçamento de uma obra, às vezes se está no meio de um processo de alta de custos, que pode estourar o orçamento e reduzir as margens. Outras construtoras provavelmente vão anunciar o mesmo. Quando a margem cai, as empresas passam a ser mais seletivas e fazem menos empreendimentos. Não estou afirmando que a demanda caiu. Ainda há muita demanda para residencial. Mas vai haver uma seletividade maior na busca de negócios pelas incorporadoras.

Fonte: Exame.com - 31/03/2011
  

Imóveis: consultor diz que baixo endividamento é sinal de que não há bolha no Brasil

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

VIDA VIVA SÃO BERNARDO - Aptos 90 e 102m² + Coberturas




Olá, pessoal! O vídeo da semana é sobre o VIDA VIVA SÃO BERNARDO. São apartamentos de 90 e 102m² mais as coberturas duplex. É um projeto da construtora Even e foi um sucesso de vendas. Temos poucas unidades disponíveis, mas ainda está em tempo de garantir a sua unidade!
É o m² mais barato que existe na região!! Localização estratégica, perto do shopping, parque da juventude e a 5 min a pé do trólebus e rodoviária!
Abaixo está uma reportagem que achei bem interessante e gostaria de compartilhar com vocês!
Abraços,
Camilla

Foram mais de R$ 80 bilhões destinados a financiamento no setor. Os preços ainda vão subir por um tempo, segundo analistas.

Pouca gente está entendendo o que está acontecendo. Tudo bem, o crédito ainda é farto e houve aumento da renda do trabalhador. Mas não tem exagero? Você já viu onde estão os preços dos imóveis? Os preços ainda vão subir por um tempo, segundo analistas. No Rio, por exemplo, há valorização por causa da pacificação dos morros e as obras para a Copa e Olimpíadas. Em São Paulo, é a demanda. Há muita gente procurando. Ainda assim, o número de imóveis financiados bateu um recorde histórico em 2010. Foram mais de R$ 80 bilhões destinados a financiamento no setor.

O salário não sobe assim. Nenhuma aplicação chega perto. Poupança, bolsa, nada.
“Eu vi um apartamento há duas semanas a R$ 280 mil e aí ligaram ontem oferecendo o mesmo apartamento por R$ 340 mil, R$ 60 mil”, conta a jornalista Helena Prado.

A mercadoria é valiosa e de ofuscar o ouro. Helena procura um imóvel há três meses e, à medida que o tempo passa, vai separando mais dinheiro. “A gente aumentou o limite três vezes. Começamos em R$ 250 mil e já estamos em R$ 350 mil”, diz.

Segundo levantamento do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), o preço de casas e apartamentos usados na capital paulista subiu até 269% em 2010. Os imóveis novos também vão ficando mais caros - a começar pelo que as construtoras gastam com terrenos.

“Os preços estão subindo também porque os terrenos estão muito caros. Aqui em São Paulo é dificílimo você encontrar uma área disponível a venda por um valor não menor que R$ 5 mil ou R$ 6 mil o metro quadrado”, explica a conselheira do Creci de São Paulo, Rosângela Martinelli.

O brasileiro paga pela sua prosperidade. Mais emprego, mais renda, juros ainda menores do que alguns anos atrás. Tem muita gente interessada para pouco imóvel. O que impulsiona tanta procura são os financiamentos. Aí dá para entender por que falta imóvel e o preço sobe tanto.

Usando dinheiro das poupanças e do fundo de garantia, os bancos emprestaram no ano passado R$ 83 bilhões para compra de imóveis. É 67% mais do que em 2009. Nove vezes mais do que foi emprestado em 2005. Significa financiamento para compra de um milhão de imóveis.

“Os preços foram resultado de uma recuperação de uma década de 1990 muito reprimida. Já em 2000, surgiu o crédito imobiliário, bancos fortes e inflação domada. Mais do que tudo, as famílias com renda. Então, mais de 30 milhões de pessoas com renda e crédito disponível permitiu que mais pessoas comprassem e os preços se recuperaram”, explica João Crestana, presidente do Sindicato de Habitação (Secovi).

Para o Secovi, os preços, agora, devem se estabilizar. “Ainda há espaço porque ainda existe muita procura por imóveis e ainda não temos uma produção suficiente para atender a toda essa demanda”, conclui Rosângela.

Mesmo com a possibilidade de aumento, para os analistas não existe o risco de crise no setor. Isso porque as regras são rigorosas, o que evitaria inadimplência.

Assista a reportagem no link :

Informações e Vendas: Camilla Miyuki da Re/Max | Cel: 11 7884-7424 | E-mail:  imovelnoblog@gmail.com
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